Edu Moraes opera day trade na B3 desde 2016 e usa o gráfico Renko desde janeiro de 2017. Esta página explica como ele trabalha: o gráfico, a regra de entrada e de stop, a rotina e como essa leitura virou automação.
- Estilo
- Day trade
- No mercado desde
- 2016
- Gráfico
- Renko, desde janeiro de 2017
- Ativos
- Mini-índice, mini-dólar e DI futuro; acompanha Nasdaq e S&P 500
- Plataformas
- Profit (desde 2016), Profit Ultra e BlackArrow
- Reconhecimento
- Trader de Alta Performance (Nelogica)
Por que o Renko
O Renko é um gráfico de preço que desconsidera o tempo. Cada tijolo tem um tamanho fixo e só é desenhado quando o preço percorre essa distância inteira. Movimentos menores que o tijolo não aparecem, e uma mudança de direção exige um deslocamento maior que o simples ruído. O resultado é uma leitura mais limpa de tendência e de reversão.
Para Edu, o Renko foi o ponto em que a estratégia passou a combinar com o seu perfil. Ele começou a usá-lo em janeiro de 2017, depois do período de perdas, e descreve esse momento como aquele em que tudo se alinhou[1]. A trajetória completa está na Biografia.
Entrada e stop
A regra central é simples: a entrada acontece na inversão do Renko, quando os indicadores sinalizam a mudança de direção. No mesmo momento, o stop já fica posicionado além dessa inversão. Se o preço voltar e invalidar o movimento, a operação é encerrada no ponto definido[1].
O stop não é negociável. Mover o stop para esperar o mercado voltar é, para Edu, uma das falhas de disciplina que mais custam caro a um trader[1].
Gestão de risco
A metodologia de Edu é construída em cima de uma gestão de risco rígida, que ele considera essencial[1]. Na prática, isso significa saber antes de entrar quanto se aceita perder, respeitar esse limite e tratar o resultado do dia como parte de um processo, não como um evento isolado.
Esse princípio aparece também nos produtos que ele criou. O Robô EduIndex CHoCH oferece, como recursos opcionais, uma escada de proteção de lucro que não recua, uma regra de recuperação para dias negativos e janelas de horário[2].
Rotina de trader
Edu compara operar a trabalhar em uma empresa: há metas, responsabilidades e horários[1]. A rotina dele segue essa lógica. As operações acontecem das 9h ao meio-dia; o restante do dia vai para os projetos e para os alunos[1].
Antes de chegar a esse formato, foram quase doze meses acompanhando o pregão inteiro, das 9h às 18h, só estudando[3].
A plataforma
Edu usa o Profit, da Nelogica, desde 2016. Ele atribui metade do seu resultado à plataforma, por concentrar em um só lugar todas as ferramentas de que precisa para operar. Os webinars e conteúdos da Nelogica também fizeram parte da sua formação[1].
Do gráfico à automação
Com o tempo, Edu passou a incorporar conceitos de Smart Money à leitura de estrutura de preço. Um deles é o CHoCH (Change of Character), que indica mudança no caráter do movimento. Como programador, transformou essa leitura em regras objetivas e criou o Robô EduIndex CHoCH para o mini-índice. O robô só entra quando o sinal de CHoCH está alinhado à direção do preço[2].
A automação não substitui a responsabilidade de quem opera: o robô roda na plataforma e na conta do próprio usuário, que escolhe quais proteções ativar e acompanha o risco[2].
O que ele ensina
No canal @edumoraes.oficial e na Sala ao Vivo da EduIndex, Edu aborda os temas que fazem parte do seu dia a dia[4]:
Princípios
- Trader é profissão. Exige o mesmo estudo e seriedade de qualquer carreira, inclusive simular antes de arriscar dinheiro.
- O perfil vem antes da estratégia. Um método só funciona se combinar com quem o executa.
- O mercado é para todos. Independentemente da escolaridade ou da condição financeira.
- Processo antes de progresso. Consistência leva tempo, estudo, controle emocional e disciplina.
Fontes
- Como Edu Moraes se tornou um trader de alta performance? Blog Nelogica, 2019.
- Robô EduIndex CHoCH: como funciona a estratégia EduIndex, 2026.
- Programador conta como transformou R$ 1 mil em R$ 300 mil com day trade InfoMoney, 2018.
- Edu Moraes – Eduindex Method YouTube.
Operações com contratos futuros envolvem risco elevado e podem gerar perdas superiores ao capital investido. Resultados passados não garantem resultados futuros. Este conteúdo não constitui recomendação de investimento.
